A paz do mundo
José Eustáquio de Souza


A Paz no mundo
Geraldo Eustáquio de Souza

A paz no mundo começa dentro de mim
quando eu me aceito, de corpo e alma, 
e reconheço meus defeitos, com paciência e calma,
e em vez de me fragmentar em mil pedaços 
eu me coloco inteiro no que penso, sinto e faço
passageiro no tempo e no espaço,
sem nada para levar que possa me prender
sem medo de errar e com toda vontade de aprender

A paz no mundo começa entre nós 
quando eu aceito o teu modo de ser
 sem me opor ou resistir 
e reconheço tuas virtudes
 sem te invejar ou me retrair, 
e faço das nossas diferenças
 a base da nossa convivência 
e em lugar de te dividir em mil personagens
consigo ver-te inteiro, nu, real,
 sem nenhuma maquiagem,
companheiros da mesma viagem
no processo de aprendizagem do que é ser gente

A paz no mundo começa 
quando as palavras se calam
 e os gestos se multiplicam 
quando se reprime a vergonha
 e se expressa a ternura
quando se repudia a doença
 e se enaltece a cura 
quando se combate a normalidade que virou loucura
e se estimula o delírio de melhorar a humanidade, 
de construir uma outra sociedade,
com base numa outra relação,
em que amar é a regra, e não mais a exceção.

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Página editada em 15/01/2005.
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